Polícia Civil esclarece homicídio brutal de adolescente em Cunha Porã e prende quatro suspeitos
A Polícia Civil reafirmou seu compromisso com a sociedade catarinense e destacou que crimes de tamanha brutalidade não ficarão impunes.
Por: Alisson Júnior
05 de janeiro de 2026
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A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Divisão de Investigações Criminais (DIC) de Maravilha, informou que desde a sexta-feira (02) realiza intensos trabalhos investigativos após a localização do corpo de um adolescente no município de Cunha Porã, no Oeste catarinense.

A vítima foi encontrada morta de forma extremamente violenta. Na manhã de sábado (03), as forças de segurança deram continuidade às diligências emergenciais com o objetivo de localizar a cabeça da vítima, que ainda não havia sido encontrada. A ação contou com o apoio da Operação Protetor, do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, da Delegacia de Polícia de Cunha Porã e do Grupo de Operações de Resgate e Salvamento com Cães (GORSC). Durante as buscas, a cabeça do adolescente foi localizada a aproximadamente 100 metros de distância do restante do corpo.

Com base nas evidências coletadas e nos elementos reunidos ao longo da investigação, quatro pessoas foram identificadas e presas em flagrante. Os suspeitos responderão pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Duas das prisões foram efetuadas pela Polícia Militar de Cunha Porã, em atuação conjunta com a Polícia Civil. Ao longo do dia, testemunhas foram ouvidas e relataram que, após o crime, os investigados teriam gravado vídeos e feito fotografias exibindo a cabeça da vítima. Segundo a Polícia Civil, os relatos indicam elevado grau de crueldade e desprezo pela vida humana.

A investigação agora busca localizar esses registros, que poderão servir como provas materiais do crime. Até o momento, duas possíveis motivações foram apuradas: dívidas relacionadas ao tráfico de drogas e um motivo considerado banal, decorrente de uma discussão entre a vítima e um dos autores. As investigações seguem em andamento, com o objetivo de identificar outras pessoas que possam ter participado do crime.

A Polícia Civil reafirmou seu compromisso com a sociedade catarinense e destacou que crimes de tamanha brutalidade não ficarão impunes.

Fonte: WH Comunicações
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